
Ando tropeçando em minhas sombras,
Esquecendo a fundura do meu ego.
Quantas léguas se distanciam meus pensamentos
E quantos litros de saudades já bebi!
Loucuras a parte,
Que régua mediria
A distância da minha razão
Frente a loucura dos outros?
Horas, minutos, segundos,
Sintomas somente sentidos
Depois de trinta brumários.
Tempo medido,
Pela inconstância do verbo,
Pela insistência do relógio
A apontar-me os anos perdidos.
Quero, agora ,parar de tropeçar
Nos erros de minh’alma.
Parar de medir com régua e compasso,
Os passos de minha vida!
Chega de ser pouco na vida que muito me pede!
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